Programa da Disciplina 2019.2: Agricultura no Brasil

"Café". Portinari (1940)



Programa de Disciplina



UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO

PROGRAMA DE DISCIPLINA

NOME
COLEGIADO
CÓDIGO
SEMESTRE
HISTÓRIA DA AGRICULTURA NO BRASIL

EXTENSÃO RURAL
HIST0006
2019.2
CARGA HORÁRIA

TEÓR: 60

PRÁT:
HORÁRIOS: SEXTA, SÁBADO E DOMINGO
CURSOS ATENDIDOS
SUB-TURMAS

Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural

PROFESSOR (ES) RESPONSÁVEL (EIS)
TITULAÇÃO
Nilton de Almeida Araújo, Daniel Mariano Leite e Pedro Gama

Doutores
EMENTA
EMENTA: História e Historiografia. História da Agricultura no Brasil Escravista – Colônia; História da Agricultura no Brasil Escravista – Império; História da Agricultura no Brasil República – da Proclamação ao Golpe Militar; História da Agricultura no Brasil República Contemporâneo – Desenvolvimentismo, Neoliberalismo e Globalização.
OBJETIVOS
A disciplina se propõe a discutir, a partir de autoras e autores clássicos e contemporâneos, a história e a historiografia da agricultura no Brasil e a evolução da agricultura brasileira, a partir de suas dimensões econômicas, políticas e culturais, com ênfase no debate intelectual e científico traçado desde a América Portuguesa até a constituição do movimento ruralista na República.
METODOLOGIA (recursos, materiais e procedimentos)

A disciplina será desenvolvida com:
- aulas dialógico-expositivas;
- leitura de textos em aula (fontes primárias, obras clássicas e produção contemporânea);
- atividades escritas individuais e em grupo (prova, resenha, resumos etc.);
- seminários (Oficinas da História);
- debates em grupo;
- estudo dirigido.

FORMAS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada mediante atividades escritas individuais, atividade escrita em grupo e seminário em grupo, além da participação nas aulas.
Além disso, estão previstas avaliações feitas individualmente pelos estudantes da disciplina e na disciplina, ou seja: a) avaliação do docente; e b) autoavaliação.

TRÊS AVALIAÇÕES PRINCIPAIS (PESOS)
“Seminário” (Oficinas da História) – 10 pontos
Atividade Escrita em Grupo (Resenha) – 10 pontos
Autoavaliação e avaliação da disciplina – 10 pontos

CONTEÚDOS DIDÁTICOS

DATA (Dia/Mês)
TEMAS ABORDADOS/ ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
PROFESSOR (ES)
CARGA/HORARIA
TEÓR
PRÁT.
9/8
(Sex)
Panorama da disciplina. História e Historiografia do Brasil Escravista.
NILTON DE ALMEIDA
4

11/8
(Dom)

4



16/8
(Sex)
HISTÓRIA DA AGRICULTURA NA AMÉRICA PORTUGUESA.
Economia, política e história em Caio Prado Jr. 
PARTE 1 – Caio Prado Jr. Vida e obra.
(Capítulos selecionados)
1. “Introdução”
2. “Sentido da Colonização”

"
4

17/8
(Sáb)
HISTÓRIA DA AGRICULTURA NA AMÉRICA PORTUGUESA.
Economia, política e história em Caio Prado Jr. 

(Capítulos selecionados)
3. “Grande lavoura”
4. “Lavoura de subsistência
6. Pecuária
10

18/8
(Dom)
"
4

23/8
(Sex)
HISTÓRIA DA AGRICULTURA NO BRASIL IMPÉRIO

PARTE I - Apresentação das Equipes
Açúcar, Café e Cacau na História da Agricultura do Brasil Escravista e do Brasil República.

PARTE II - Aula dialógico expositiva
HISTÓRIA DA AGRICULTURA NO BRASIL REPÚBLICA

"
4

24/8
(Sáb)
Seminário Quilombos e Extensão (Mês das Consciências Negras na UNIVASF)

10

25/8
(Dom)
4

31/8
(Sáb)
HISTÓRIA DA AGRICULTURA NO BRASIL REPÚBLICA

 [online]. 2010, vol.15, n.29, pp.139-165.


MENDONÇA, Sonia Regina de. “O Ruralismo Brasileiro” (1997)


ATIVIDADES: Aula Dialógico-Expositiva e Oficinas da História (“Seminário”).
NILTON DE ALMEIDA
10

1/9
(Dom)
PEDRO GAMA, NILTON DE ALMEIDA  E DANIEL LEITE
6

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BAIARDI, Amilcar. “O Imperial Instituto Bahiano de Agricultura e as mudanças na agricultura e na agroindústria da Bahia na segunda metade do século XIX”. 1999 (ou BAIARDI, Amilcar. “O Papel do Imperial Instituto de Agricultura na Formação da Comunidade de Ciências Agrárias da Bahia, 1859-1930”. In Seminário Nacional de História da Ciência e Tecnologia (7.: 1999: São Paulo) VII Reunião de Intercâmbios para a História e a Epistemologia das Ciências Químicas e Biológicas. Anais/José Luiz Goldfarb & Márcia H. M. Ferraz (orgs.). São Paulo: EDUSP: EDUNESP: Imprensa Oficial do Estado: SBHC, 2001).
CUNHA, Sílvio Humberto dos Passos. “Resolve-me ou eu te devoro! Uma discussão sobre a falta de braços no Recôncavo Baiano” em BAHIA ANÁLISE & DADOS. Salvador-BA. SEI, v.10, n.1, p.21-34, Jul., 2000.
D. JOÃO VI. “Instruções provisórias para o ensino de Agricultura, orientado pela Carta Régia de 25 de Junho de 1812 ao Governador e Capitão General da Bahia” em SNA.  LEGISLAÇÃO AGRÍCOLA DO BRASIL. Volume III. Fim do primeiro período. Império. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1908, p.280-284.
DIAS, Maria Odila da Silva. “Aspectos da Ilustração no Brasil”. em A interiorização da metrópole e outros estudos. São Paulo: Alameda, 2005 (1968).
MARQUESE, Rafael Bivar de. Agronomia e técnicas açucareiras: Brasil e Cuba na primeira metade do século XIX em OLIVEIRA, Waldir Freitas de. Brasil 500 anos: encontros na Bahia. Salvador: Secretaria de Cultura e Turismo, 2000, p.71-94.
MENDONÇA, Sonia Regina de. Estado e Educação Rural no Brasil: Alguns Escritos. Niterói/Rio de Janeiro: Vício de Leitura/FAPERJ, 2007.
MENDONÇA, Sonia Regina de. O ruralismo brasileiro (1888-1931). São Paulo: Hucitec, 1997.
PRADO Jr., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo: colônia. 23ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1997.
TOURINHO, Maria Antonieta de Campos. “A Salvação da lavoura: a Escola Agrícola de São Bento das Lages” em Revista da FACEDUFBA. nº 4, Salvador: UFBA, 2000: 27-37.


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       DATA                   ASSINATURA DO PROFESSOR          APROV. NO COLEGIADO               COORD. DO COLEGIADO


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